Os diretores da Record não escondem a satisfação com os resultados do “Tudo é Possível” e “Show do Tom”, que atingem a vice-liderança e em muitos momentos incomodam a própria Globo. O segundo lugar em audiência aos domingos tem um efeito psicológico grande na equipe, já que este dia da semana sempre foi considerado o mais importante e produtivo para o SBT. As próximas reuniões do Conselho Artístico da Record devem analisar projetos para reforçar os programas de Eliana e Tom Cavalcante.
Números preliminares mostram que o ”Tudo é Possível” marcou 9 pontos e venceu o “Qual é a Música?” e “Nada Além da Verdade”. O mesmo levantamento aponta 10 de média para o “Show do Tom”.
TV Sushi
Os quadros com imagens inusitadas sempre garantiram boa audiência aos programas de Tv talvez porque, mesmo sem assumir publicamente, as pessoas se divertem com os imprevistos dos outros. Neste sentido, a equipe do “Domingo Legal” exibe atualmente o “TV Sushi”, com imagens não tão recentes de provas de um programa do Japão. Ontem, Gugu Liberato registrou seus melhores resultados durante o confronto com o desenho “King Kong” (15 SBT X 10 Record) e com o desfile do Rio de Janeiro (15 SBT X 19 Globo).
A equipe do “Domingão do Faustão” acertou ao convidar Lázaro Ramos e Débora Falabella para uma conversa sobre preconceito e mudança no estilo de vida. Os personagens dos atores enfrentam esta situação na novela “Duas Caras” e o assunto ganhou destaque nacional. Mas o mais interessante nesse debate foram as perguntas fora do roteiro e as boas respostas de Lázaro Ramos e Débora Falabella. Segundo números preliminares, o “Domingão do Faustão” marcou 13 pontos, um índice baixo provocado pelo domingo de carnaval.
Em tempo: A mesma pauta sobre preconceito foi desenvolvida pelo “Fantástico”. Os programas dominicais da Globo precisam trocar figurinhas para que não ocorra a repetição de assuntos tão marcantes.
O Culpado é o Carnaval
Prejudicado em parte pela transmissão do carnaval, Raul Gil apostou neste fim de semana em Elba Ramalho. O apresentador conseguiu elevar sua pontuação, mas como pegou o horário com apenas 1 pontos, mesmo atingindo picos de 4 pontos, teve sua média prejudicada.
Edição Compacta
O reality show entrou no ar mais cedo, exibiu algumas edições e foi direto para a formação do paredão. Sem tempo na grade, o “Big Brother” não enrolou o telespectador, mas, mesmo antes das 20h, não deixou de exibir falas com palavrões e beijos mais quentes.
Fim das Férias
Em função das transmissões da Festa de Momo, o “Pânico na TV” deste domingo reprisou alguns quadros e brincou com as situações inusitadas de Sabrina Sato. Emílio Surita promete surpresas ainda no mês de fevereiro, inclusive com sua participação em gravações externas.
Em função das transmissões de carnaval, o “Fantástico” entrou no ar mais cedo e adotou um ar mais jornalístico em seus blocos iniciais. Além das várias reportagens relacionadas à festa de Momo, o programa mostrou quadros humorísticos ligados ao tema. Aliás, a ordem no “Fantástico” é só recorrer ao humor para pontuar os assuntos da semana. Segundo números preliminares, ontem a revista eletrônica marcou 22 pontos.
Os executivos da Globo evitam falar oficialmente sobre o assunto, mas em conversas mais reservadas garantem que a cobertura dos desfiles do Rio de Janeiro superou o trabalho da equipe paulistana da emissora. Esses profissionais avaliam que as transmissões realizadas na sexta e sábado foram marcadas por atropelos e falta de informação. Além disso, destacam que no Rio de Janeiro houve mais dinamismo no giro dos repórteres e um melhor tratamento artístico.
Carnaval Duvidoso
A Rede TV passou de todos os limites durante sua transmissão de carnaval ao exibir a colocação de um tapa-sexo em uma modelo na área da concentração do sambódromo do Rio de Janeiro. A bizarra “reportagem” destacava o menor tapa-sexo do carnaval e o close generoso e apelativo revelou bem mais do que o bom senso manda mostrar na televisão.A Rede TV abusou da apelação e das frases feitas repetidas pelos perdidos repórteres que mostravam o submundo do carnaval. O pior é a “sambadinha” das entrevistadas, um recurso para que o telespectador ganhe como bônus mais um pouco de corpo semi-nu. A audiência desta apelativa transmissão oscilou entre 4 e 5 pontos.


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